quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

"Stand By Me" - VXV :: Tu Sitio de Videos

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sábado, 3 de Outubro de 2009

AMANHÃ, DEBATE NA RÁDIO SOBERANIA

AMANHÃ, 4 DE OUTUBRO, A PARTIR DAS 11 HORAS, PODEREMOS OUVIR AS OPINIÕES DA NOSSA CABEÇA DE LISTA, EM CONFRONTO COM AS DE OUTROS CANDIDATOS À CÂMARA MUNICIPAL DE ÁGUEDA.

SINTONIZE A RÁDIO SOBERANIA 99.3 FM


O PODER É UMA GAMELA. SÓ ALGUNS A COMER DELA

Os Partidos que comem da «gamela» do poder como o PS de Elisa Ferreira, candidata à Câmara do Porto preparam-se para extinguir oficialmente, por decreto, a militância que já não existe na prática.

Subsidiados «à comissão», os Partidos já têm o cabaz cheio, ultrapassado o limiar dos 50 mil votos que dão cesso à «gamela».

Em vez de militantes contratam trabalhadores para colar cartazes, pendurar pendões e fazerem figuração nos comícios e outros espectáculos que, sendo gratuitos para os espectadores, ficam caríssimos aos contribuintes. Mas... haja dinheiro, o NOSSO dinheiro, para continuar com as campanhas de prestidigitação e ilusionismo: quem ainda está no poder diz que fez grandes obras; quem quer chegar ao poder diz não ver uma única obra feita e vai, ele sim, APROVEITAR BEM CADA CÊNTIMO DO ORÇAMENTO.
E os pobres? Os que não chegaram ao número mágico de votos?
A esses apenas resta dar a mão-de-obra. Colar cartazes, pendurar pendões e levar a família para «encher» os «comícios» e outras acções de campanha.
É MESMO a única hipótese que nos resta. Se queremos manter alguma dignidade, impõe-se cerrar fileiras e dedicar a esta «aventura» que assumimos ao colocar no papel a nossa assinatura, todo o tempo que tivermos disponível e inventar mais algum.
É absolutamente imprescindível dar VISIBILIDADE ao Movimento Renovar
Águeda - CANDIDATURA INDEPENDENTE.

É importante denunciar o circuito fechado dos partidos que se eternizam no poder porque os pequenos grupos não chegam aos financiamentos por muito que se estiquem.
Sem meios não conseguem passar a mensagem e, assim, não passam da cepa torta.

Ponhamos nisto o nosso CORAÇÃO

Fernando Veiga

Imagem: Museu de Arte Popular

__._,_.___

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

contactos telefónicos


Telefone rede fixa:
234.101.833
ou
telemóvel:
914.070.077

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Novo Hospital em Águeda é da máxima urgência

“A nossa visita provou aquilo que andamos a defender há algum tempo, Águeda necessita com a máxima brevidade de um novo hospital, construído de raiz”, defende Edgar Jorge que recorda ainda a falta de condições em que se encontram os serviços de cardiologia e oftamologia."

ler notícia integral no Jornal da Nova Democracia
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Alexandra Abrantes com a comitiva do PND
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No Hospital de Águeda

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No Hosptal de Águeda

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chegando a Sernada do Vouga

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a comitiva do PND

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na falta de bilheteiras



o sr revisor faz os troquitos e vende bilhetes
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segundo viagem

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a viagem

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dentro combóio

eram cerca das 18 horas



quando a nossa comitiva chegou à
estação de Águeda, o relógio estava parado
tal como já foi referido aqui.
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chegada à Estação de Águeda

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segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

em campanha

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terça-feira, 15 de Setembro de 2009

As formigas e o arruaceiro - Fábula Nocturna


Andavam duas formiguinhas na sua labuta, aproveitando a temperatura amena da noite, escolhendo criteriosamente cada lugar para fazer o seu trabalho.

A música da Festa do Leitão, ao longe, ia atenuando a dureza da tarefa. Aquí estão os "pacientes" da Segurança Social, além passa muita gente que vem do Norte, mais à frente é uma sede da concorrência, noutro sítio junta-se muito pessoal para apanhar a camioneta, no topo do jardim onde estão todos, quando olharem para a Manuela dão de caras com o NOSSO CORAÇÃO.

Trepava-se o escadote e iam-se colando os pendões.

De súbito surgem os insultos vindos de um Audi cinza porque andavamos a "pendurar aquela merda".

Será possível que dois penduradores de pendões do "modesto" PND perturbem aqueles senhores, provavelmente seguidores de um dos clubes instalados na Venda Nova? Devem ser democratas.

As formiguinhas riram do quase incidente e prosseguiram o seu trabalho. São assim as formigas deste grupo.

Espero, desejo que haja mais inveja que incomodemos mais. assim falam de nós.

Fernando Veiga

NOTA - um magnífico texto de um membro independente do Renovar Águeda

sábado, 12 de Setembro de 2009

Eleições


a realização das eleições legislativas decorrerá no dia 27 de Setembro.

As eleições autárquicas portuguesas de 2009 serão realizadas no dia 11 de Outubro. Nestas eleições serão eleitos 308 presidentes de câmaras municipais e eleitos 4257 presidentes de juntas de freguesia e as respectivas assembleias.

Nas eleições não se enoje da política, não se submeta ao desencanto, mas também não se iluda com o marketing que envolve os políticos, com a retórica, com as músicas fáceis e agradáveis.

Pelo contrário, tome uma atitude de cidadão pleno e avalie o seu país, avalie a sua cidade.



sábado, 5 de Setembro de 2009

as vendas diminuiram



- à mudança de hábitos alimentares que leva as pessoas a depreciar os legumes fovorecendo os fritos, os pré feitos, os restaurantes do "fast food".
-à mudança das tradicionais orientações nas famílias que davam importância e primazia à confecção de sopas e de saladas.
- a concorrência das grandes suprefícies.
- à diminuição do poder de aquisição entre a população fiel ao mercado.

o que encontrámos




Encontramos no mercado de venda de legumes pessoas vindas das
freguesias mais litorais do concelho.
São na sua maioria pessoas cujo principal meio de subsistência é a
produção em pequena quantidade de legumes e frutas e a sua venda no

Queixam-se.
- Consideram absurdo a intenção de aumentar o preço das suas bancas
Queixam-se que a venda de tais produtos tem diminuído
Consideram que tal se deve:
- à mudança de habitos alimentares que leva as pessoas a depreciar os
legumes fovorecendo os fritos, os pré feitos, os restaurantes do "fast
food".
- à mudança das tradicionais orientações nas famílias que davam
importância e primazia à confecção de sopas e de saladas.
- a concorrência das grandes suprefícies.
- à diminuição do poder de aquisição entre a população fiel ao mercado.


preocupaçoes feirantes - 3




Condições para o mercado atrair compradores para os legumes

preocupações dos feirantes - 2



  • Compartimento refrigerado independente do compartimento do peixe.
  • Eliminação de maus odores
Foto: Alexandra Abrantes e Fernando Veiga

reivindicações dos feirantes do mercado - 1

condições para guardar os seus legumes


na Foto: Paulo Catarino e Fernando Veiga

Tiro da Pré Campanha



Renovar Águeda
na 2ª visita à feira ouvindo as reivindicações e preocupações dos feirantes

na 1ª foto: Fernando Veiga, Paulo Catarino e Alexandra Abrantes entre Maria Eugénia Lemos e um simpatizante.
na 2ª foto: Fernando Veiga, Paulo Catarino e Alexandra Abrantes


quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

os politcos que nós temos !!...

quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

no mercado



um sorriso e boa disposição não bastam
para que o negócio prospere

Renovar Águeda dialogando com os feirantes



(clicar nas fotos para ampliar)



Foto 1: Alexandra Abrantes, Maria Eugénia Lemos
e Fernando Veiga dialogando com feirantes

Foto 2: Alexandra Abrantes e Fernando Veiga

terça-feira, 25 de Agosto de 2009

"Coração independente"



Heterogeneidade

Com o pretexto de assegurar todas as garantias de democraticidade, o regime democrático cria a si próprio obstáculos e limitações, sobrepondo o interesse de determinadas instituições à liberdade do cidadão.

É exemplo disso o tipo de exigência que se faz a um grupo de cidadãos que queira concorrer às eleições autárquicas sem vínculo partidário.

Num universo de poucas dezenas de milhar de eleitores è evidentemente difícil reunir o número de assinaturas exigido por lei para apresentar a sufrágio uma lista independente, ao contrário do que acontece com qualquer partido que, mesmo não tendo qualquer expressão local, apenas necessita de reunir a quantidade de assinaturas correspondente ao órgão autárquico a que concorre.

Para conseguir candidatar-se, a candidatura apoiada no Movimento Renovar Águeda viu-se na necessidade de aceitar o apoio de PND com o qual a maioria dos candidatos não tem qualquer vínculo.

Trata-se, portanto, de uma candidatura assumidamente independente que usa o coração como símbolo identificador, e a razão para valorizar o essencial em detrimento do acessório.

Um grupo heterogéneo de cidadãos que começa por se unir para ultrapassar as dificuldades postas pelo sistema «partidocrático» às candidaturas independentes.

Um grupo heterogéneo de cidadãos que «esquece» a ideologia ou eventuais simpatias partidárias para se unir em torno de interesses muito básicos, essenciais, transversais a toda a sociedade.

  • A justiça cujos profissionais foram postos em causa pelo actual ministro, mas que não viu encarada a profunda revisão dos vários códigos
  • A educação que exige uma normalização da relação das cúpulas com os seus profissionais. É urgente a reposição do prestígio e autoridade dos professores, aos quais deve ser exigido um trabalho profissional, sendo-lhes dadas, para isso, condições de trabalho e estabilidade
  • A saúde que deve ser garantida a todos os cidadãos. Não vale encarar a saúde como um negócio no que respeita aos cuidados básicos.
  • O aumento do emprego e o salário suficiente para todos, acabando, de uma vez, com o escandaloso aumento do leque salarial.
  • A formação com efeitos reais no emprego, tendo em conta as necessidades do mercado de trabalho.
  • Reformas que sejam efectivo meio d e subsistência e não mero instrumento para iludir as estatísticas sociais.
  • Garantir assistência e apoio domiciliário a idosos e crianças que não o tenham da família.
  • Serviços públicos que funcionem de uma maneira ágil, postos efectivamente ao serviço dos cidadãos.
  • Segurança social que seja parte da solução e não mais um problema da sociedade. O seu papel nesta fase difícil da economia, com elevado desemprego, é ainda mais importante. Mas também para ajudar a ultrapassar a aguda crise de valores que se instalou em casa, no emprego e na escola.
  • A criação de instrumentos de protecção aos pequenos empresários.
  • A utilização dos dinheiros públicos de uma maneira escrupulosa. Toda a gente conhece casos de subsídios atribuídos a quem não precisa e negados a quem precisa.
  • Não permitir candidaturas a autarcas condenados em primeira instância por crimes relacionados com má utilização de dinheiros públicos.


escrito por Fernando Veiga*

* Fernando Veiga é Informático reformado aguedense e é um ilustre membro da nossa lista

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

candidatos às Eleições autárquicas



devida vénia ao Região de Agueda

Candidaturas entregues no Tribunal de Águeda


devida vénia ao Soberania do Povo

rostos



no Jornal "Região de Águeda"

terça-feira, 18 de Agosto de 2009

A nossa Economia

Se recuarmos no tempo, podemos ver que Portugal se destacou em grandes tendências no processo de desenvolvimento económico. Nos anos 60 e 70 a indústria da química, siderúrgica, de construção e reparação naval e de refinação de petróleo fizeram parte de uma grade aposta no nosso desenvolvimento económico. Mas, entretanto devido aos mercados Africanos, os sectores da indústria ligeira e mão-de-obra intensiva, tais como os têxteis, vestuário e calçado e agro-alimentares tiveram um grande crescimento que por sua vez em muito ajudaram Portugal perante uma competição no desenvolvimento económico perante o resto dos países.

A integração de Portugal na Europa em 1986 acontece numa altura em que quase todos os países da união procediam a uma reestruturação nos sectores da chamada “Industria pesada”. Mas infelizmente até hoje Portugal ainda não conseguiu completar essa mesma reestruturação, e isso em nada tem ajudado a nossa economia.

Desde desta altura que a economia Portuguesa em muito depende das indústrias tradicionais, que assumem grande parte das exportações. A indústria automóvel das maquinas e material eléctrico são as actividades com maior taxa de crescimento, um taxa de crescimento mesmo elevado, assentes num grande projecto que criou talvez pela primeira vez em Portugal um cluster muito complexo e assente em padrões elevados de qualidade e de produtividade.

O sector dos serviços, seguindo tendências internacionais, foi também o grande dinamizador da actividade económica, tendo experimentado um acréscimo de quase quatro pontos percentuais de 1986 a 1997.

Apesar das inquietações apontadas, Portugal conseguiu ultrapassar as reestruturações sectoriais já começadas com problemas de desemprego menos graves do que os experimentados nos países nossos concorrentes. Esta situação deve-se aos baixos salários cometidos, comparativamente aos salários médios pagos nos países da União Europeia, que têm desincentivado investimentos em capital físico, por vezes com reflexos negativos importantes, por exemplo, ao nível da qualidade e dos consumos específicos de energia. Ressalve-se, contudo que o movimento de reestruturações sectoriais não está terminado, continuar sectores em crise e risco de contributos significativos em termos de desemprego é muito importante.

Com a abertura da União Europeia (EU) aos países de Leste poderá criar um problema de competitividade perante a nossa economia, devido ao facto de entrarem no mesmo espaço comercial países com uma especialização da estrutura produtiva muito próxima da Portuguesa, além de que os salários são ainda mais baixos do que os praticados em Portugal. Mas a entra de estes países na UE também teve coisas positivas, como por exemplo, a exportação e investimento nacional, que não deve ser ignorado pelas empresas portuguesas numa tentativa de criar um forte crescimento de internacionalização

Tudo leva a querer, para a grande importância do período do próximo quadro comunitário de apoio para ultrapassar as debilidades mais marcantes da economia e sociedade portuguesas.

Alguns especialistas transmitem uma visão demasiada optimista sobre a possibilidade de uma alteração estrutural rápida da economia portuguesa

A Administração Pública dispõe ainda de alguns instrumentos que permitem a reorientação da economia tendo em conta os grandes objectivos definidos. Para além da política de infra-estruturas, de educação, de modernização da Administração Pública, existem meios financeiros que podem ser mobilizados para prosseguir políticas com impacto significativo ao nível da criação dum clima favorável às actividades económicas que importa incentivar, tendo em vista o seu contributo para a modernização do país e para o aumento do bem-estar colectivo.

Dado que num contexto de mercado único e de respeito pelas regras da concorrência o mercado e a iniciativa privada assumirão um papel decisivo, economistas acreditam, apesar disso existe ainda uma margem de intervenção não negligenciável para a iniciativa pública.

Obviamente que não se menosprezam alguns nichos de mercado promissores, quer em termos de geração de riqueza, quer em termos de criação de emprego. O ambiente, os serviços às empresas, os serviços de proximidade, são alguns exemplos. As políticas de emprego e de formação poderão nestes casos ter um papel muito importante.

Podemos concluir com toda esta analise sobre o passado e o nosso presente que a economia é a base sustentável para o crescimento de Portugal ou mesmo de qualquer país. A importância de uma forte economia tem reflexos imediatos na nossa sociedade. O facto de termos um bom modelo de competição perante outras potencias económicas permite a Portugal aumentar a sua riqueza interna e por sua vez permitir aos trabalhadores um nível de vida mais elevado, ou seja, permite que cada um de nós possa ter mais poder de comprar, tudo isto devido ao facto de termos base económicas que asseguram a sobrevivências das nossas empresas.

Perante um Sec. XXI em que todos os países tentam ter uma forte economia, Portugal não se pode deixar influenciar e tem que responder com inovação, só assim conseguimos sangrar perante gigantes da economia Europeia e mundial.

A presença do estado português junto destas empresas tem a máxima importância, pois entre governos torna-se por vezes mais fácil a entrada de empresas portuguesas em países que sozinhos era muito complicado entrarem.

Com uma boa e forte economia conseguimos baixar o numero de desemprego, conseguimos aumentar o poder de compra dos portugueses, conseguimos aumentar o PIB nacional, conseguimos fazer com que Portugal marque presença por entre países com grade força mundial e isso é muito importante na hora da tomada de grandes decisões no campo da economia.


Rui Pires da Silva*

é Coordenador Distrital do PND/Aveiro e escreve também aqui

Consta



Consta que a Biblioteca vai ser inaugurada a 1 de Setembro.
Afinal, em Águeda, a cultura é importante, tem peso,
e
em época de eleições o PS sabe quanto
!

segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Estação de Águeda



Mais uma viagem de combóio Águeda- Porto, desta feita sem surpresas.
Para trás ficou a estação de Águeda, bela e caiada de branco, enganando o incauto passageiro.

Eram 18.30 horas e o relógio de parede, objecto obrigatório em qualquer estação que se preze, continuou impassível, parado há meses nas 2,00 horas, gritando ausências de presença humana.
As bilheteiras, encerradas e ninguém no cais para tirar uma dúvida sobre horários que não há, ninguém a vigiar a linha, nenhum sinal de partida ou de chegada. Nada. Alguma mente obtusa se esqueceu do relógio, do Tempo, das pessoas, perdeu o combóio!!

É pena que a estação de Águeda que embora de face lavada, esteja abandonada, e pressuponha que os seus passageiros sejam gado.

Julia Moura Lopes

Quem somos

Efectivos

1)Alexandra Isabel Ferreira Abrantes. ( Mandatária da lista)
2)Julia Esmeralda Henriques de Moura Lopes.
3)Manuel Fernandes de Sousa.
4)Maria Eugénia Martins de Lemos. (Tb mandatária financeira)
5)Maria da Conceição da Costa Tavares.
6)Fernando Manuel Barata Neves Veiga.
7)Paulo Jorge de Matos Fernandes Catarino


Suplentes

8)Clara Maria Henriques de Moura Lopes
9)Antonio Viera Pinto.
10)Marco Aurélio Teixeira de Sousa.

Lista entregue no Tribunal de Águeda


Foi entregue hoje, no Tribunal de Águeda a lista da Candidatura da Dra. Alexandra Abrantes à Câmara Municipal de Águeda. A lista que nasceu como Candidatura Independente, vê-se renascida e revigorada com o apoio do Partido da Nova Democracia.

Juntos, faremos mais e melhor por Águeda!

sexta-feira, 31 de Julho de 2009

DEMOCRACIA



Como eleger?....essa é a questão que a nós os Portugueses nos afecta
directamente, haverá alguma fórmula mágica à qual possamos acudir?....
Para que haja eleições dignas de nós mesmos, torna-se necessário
recusar o sistema da polarização bipartdária ( ora está o PSD ora
PS)de sempre.
O resultado de tais fórmulas, nós os Portugueses estamos fartos de saber.
Auto dignificação através da atitude certa como eleitores.
Nossas prioridades de certeza que saberemos escolher.
Somos donos do nosso tempo e destino.
Participemos todos para renovar Águeda, não tenhamos medo o perigo
está em perder o amor aos sonhos.
Dada a decadência somando a falta de valores éticos, é isto que temos
como resultado dos seus mandatos.
E no entanto pretendem que o povo continue a pagar a factura.

O bipartidarismo estabelecido atenta contra a consciência, a liberdade
a igualdade e a fraternidade.

Alexandra Abrantes

terça-feira, 28 de Julho de 2009

a nossa cidade é a nossa casa!


Não sei por onde começar, sendo tantas as coisas que podemos e devíamos mudar em Águeda. Começando por as estradas, aquelas cheias de buracos que deviam ser alcatroadas para permitir mais facilidade no acesso a alguns transportes. Falando em transportes, acho que também seria bom haver mais transportes públicos, pois há muita gente sem possibilidade de ter um meio de transporte e não consegue ir a certos sítios devido à falta de transportes públicos.

Uma coisa que também tenho reparado muito aqui em Águeda, e provavelmente não sou a única é nas casas abandonadas e velhas que poderiam ser perfeitamente remodeladas e arranjadas para serem habitadas, dando também outro aspecto a Águeda.

Estando a escrever tudo isto que realmente poderia ser mudado lembrei-me de algo que dá que pensar. O racismo e esquecimento pelas pessoas com deficiência motora entre outras tantas; um bom exemplo disso é as escadas da subida para o tribunal aqui em Águeda, onde uma pessoa que esteja numa cadeira de rodas jamais poderia subir tais escadas, sendo possivelmente e claramente construir-se ali uma rampa onde pessoas como estas poderiam subir.

Por último, mas não o menos importante, ajudar os animais. Aposto que já se perguntaram, como vamos ajudar? É bastante simples. Felizmente aqui em Águeda, e não só, há uma associação de animais, onde todos nós poderíamos contribuir com algo. Não digo muito mas algo, e por mais pequena que fosse já serviria para ajudar em alguma coisa. É tão fácil ajudar e não custa nada!

texto de Patrícia Sofia Monteiro da Graça, 17 Anos - estudante
Foto de Ernesto Santos

terça-feira, 21 de Julho de 2009

A nossa orientação política



Direita, centro, esquerda, anos após anos no poder, e o país como a comunidade de Águeda a aguardar pacientemente por uma resposta. Uma verdade que nos dignifique a todos.

"Oportunidades para Todos" é aí onde a autarquia pode fazer a diferença. Deve, tem obrigação e instrumentos para tal. À criação de "Oportunidades para todos" chamamos integração cívica e cultural. Interagir directamente com a comunidade, contar com os testemunhos e acção directa da mesma. Uma autarquia solidária, geradora de oportunidades de apoio em tempo útil, através da integração de toda a comunidade.
Motivar e desenvolver trabalho, cultura, saúde, habitação, aproximando-se assim da realidade dos cidadãos.


Alexandra Abrantes

domingo, 19 de Julho de 2009

respostas legais

Perante o clima de insegurança que se vive na cidade qual é a resposta do poder local?

A Câmara Municipal pode propor à Assembleia municipal a criação de uma polícia municipal - Artº 10 do Dect. Lei nºLei n.º 140/99, de 28 de Agosto
Os órgãos municipais podem determinar as respectivas competências e a área do território do município em que as exercem.
As polícias municipais (PM) são serviços vocacionados para o exercício de funções de polícia administrativa no espaço territorial do respectivo município. Cabe-lhes fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares municipais ou de âmbito nacional que devam ser cumpridas pelos municípios e ainda a aplicação das decisões das autoridades municipais. As polícias municipais cooperam na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais, em articulação com outras forças de segurança.

Muitos Municípios implementaram já esta solução que protege as populações e os seus haveres com orçamentos bem mais baixos que muitas obras de cimento.

Alexandra Abrantes

A insegurança é uma realidade


sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Águeda: Gasolineira assaltada à "marretada"

"Ladrões estilhaçaram os vidros à marretada e roubaram dinheiro, tabaco e sandes. Funcionário refugiou-se no quarto-de-banho com receio de ser agredido

Perante o clima de insegurança que se vive na cidade qual é a resposta do poder local? A Câmara Municipal pode propor à Assembleia municipal a criação de uma polícia municipal - Artº 10 do Dect. Lei nºLei n.º 140/99, de 28 de Agosto Os órgãos municipais podem determinar as respectivas competências e a área do território do município em que as exercem. As polícias municipais (PM) são serviços vocacionados para o exercício de funções de polícia administrativa no espaço territorial do respectivo município. Cabe-lhes fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares municipais ou de âmbito nacional que devam ser cumpridas pelos municípios e ainda a aplicação das decisões das autoridades municipais. As polícias municipais cooperam na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais, em articulação com outras forças de segurança. Muitos Municípios implementaram já esta solução que protege as populações e os seus haveres com orçamentos bem mais baixos que muitas obras de cimento."

QUANDO EXISTE UM PROBLEMA ENTÃO TAMBÉM EXISTE UMA SOLUÇÃO!

sábado, 18 de Julho de 2009

Párocos dinamizam petição




Párocos dinamizam petição por mais policiamento após vaga de assaltos a igrejas. Uma petição para que seja reforçado o policiamento vai ser apresentada em vinte paróquias do concelho de Águeda, na missa dominical, para ser encaminhada para o Governo Civil de Aveiro, disse hoje à Lusa um dos promotores. Esta decisão é a reacção a uma vaga de assaltos a igrejas e capelas que começou no início do ano, mas que "desde há um mês" aumentou de frequência. Segundo o padre João Paulo, promotor da petição, "a dissuasão é a melhor forma de lhe pôr termo porque não vale a pena prender ninguém, para isso é preciso mais policiamento".

A Gestão da Água

A ideia da gestão privada da água não nos agrada em absoluto. A agua é um recurso da maior importância estratégica. Veja-se que é com toda a certeza será ainda mais um dos recursos estratégicos mais importantes do século XXI. Absolutamente elementar para o bem estar social. Tais características conferem à sua comercialização conotações de hegemonia e controle deveras perigosas. Não é necessário aprofundados conhecimentos económicos para compreender que sendo um recurso do qual depende a sobrevivência das pessoas e animais a sua escassez desperta o interesses de quem possui meios de investir e assim controlar o seu destino. Ou seja quem entregá-la a quem tiver dinheiro para a comprar.

Ora água é vida. A vida não tem preço. A vida não pode ter condição. O bem água pela sua condição de pressuposto de existência de vida biológica e social, imprime às relações humanas que sobre tal bem se desenvolvam regras de carácter público. É necessário assegurar que todos tenham acesso à água. Que todos tenham acesso à água de qualidade.

Que tal recurso que é da comunidade possa ser controlado pela comunidade.

Opomo-nos assim à ideia de que o bem água e a sua distribuição possam ser objecto de relações de direito privadas, utilizando instituições e procedimentos cujo único objectivo é a realização de lucro. Sabemos que tal é o projecto dos actuais governantes: Tornar a Empresa Aguas de Portugal numa empresa atractiva. Afinal sempre existe petróleo no beato? Querem convidar os Xeiques da Arábia a investir em Portugal? A comprar a nossa Água em acções? Virão também os Camelos? Bom..talvez lhe pareça que não é necessário .

Assim sendo toda e qualquer relação que sobre tal bem se estabelecer tem antes de mais que respeitar as regras impostas pela comunidade


sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Alexandra Abrantes concorre pelo PND
























terça-feira, 14 de Julho de 2009

objectivos do poder local

A Câmara Municipal, instituição do poder local, definida no normativo do artº 235 e do Artº 236 da Constituição da República Portuguesa como "...pessoas colectivas territoriais dotadas de órgãos representativos que visam a prossecução de interesses próprios das populações respectivas.".

As autarquias locais, nomeadamente as Câmaras Municipais são a concretização do princípio de organização democrática do Estado. Ora a "prossecução de interesses próprios das populações","governo para o povo" princípio legitimamente do governo democrático, é o objectivo e razão para a existência destas instituições.

Assim sendo, as noticias a que assistimos a semana passada, representam antes de mais o desrespeito dos mais elementares princípios democráticos e o total desrespeito para com o direito constitucional instituído. .

Alexandra Abrantes

segunda-feira, 13 de Julho de 2009

dúvdas sem resposta também em Águeda!!

Depois de Hilário Santos ter questionado Gil Nadais sobre as relações entre a empresa Margens (à qual está ligado o presidente da concelhia socialista) e a Câmara Municipal, Carlos Almeida voltou "à carga" com o assunto na última reunião de executivo. O social democrata pediu esclarecimentos sobre a iniciativa Águeda Cidade da Segurança, realizada pela empresa Margens, questionando Gil Nadais sobre quantas empresas foram convidadas para realizar o evento. Mas Carlos Almeida - à semelhança do que Hilário Santos já tinha feito na Assembleia Municipal, também pediu informações sobre o orçamento do Agitágueda, que está a decorrer no Largo 1º. de Maio. As dúvidas ficaram sem resposta - pelo menos ali - prometendo Gil Nadais enviar por e-mail ao vereador as informações pretendidas.

encontrado daqui

suspeitas ou indícios?


Manuela Ferreira Leite durante o Forum sobre segurança organizado pelo PSD " ..uma coisa é haver suspeitas envolvendo militantes do PSD, outra indícios de financiamento partidário, como avançou hoje o Jornal de Notícias. O JN sustenta que a confirmação das suspeitas mais graves da PJ, relacionadas com eventuais subornos recebidos por responsáveis da empresa e políticos, estão dependentes do termo de diligências de investigação junto do BPN. A PJ remeteu ao Ministério Público a proposta de acusação de dirigentes e funcionários administrativos dos CTT com suspeitas de corrupção, tráfico de influência, fraude fiscal, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e prevaricação. No total, o processo envolve 52 arguidos, oito dos quais empresas.

Fonte: JN


PJ nega

PJ nega que negócios do CTT tenham financiado partidos

Caso CTT


Ex-autarca socialista foi intermediário no negócio suspeito do edifício de Coimbra.


leia a noticia integral aqui

segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Histórias dos habitantes do nosso Concelho


Hoje no Mercado encontrei uma Senhora vendedora que vive na freguesia de Valongo do Vouga, no lugar de Carvalhal de Cima. Quando lá se instalou, há longos anos, tinham transportes.
Hoje dependem dos amigos e do táxi, que o carro traz muitas responsabilidades.




Foto: O Mercado
site da Câmara Municipal de Águeda

Onde treinam os Campeões de canoagem de Águeda?



Consta que os campeões de canoagem do concelho
de Águeda que se fizeram nas águas do rio Águeda,
agora treinam em Ois da Ribeira.
Porque será?

sábado, 4 de Julho de 2009

As primeiras reacções


Análise de alguns partidos.

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

companheiras de luta


quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Noticias



Primera noticia publicada por o jornal local
" Soberania do povo"
de 23 de abril do 2009.

terça-feira, 30 de Junho de 2009

QUEM SOMOS E O QUE QUEREMOS

Queremos consciencializar as pessoas que a terra onde vivem é resultado das suas acções e das suas omissões. Toda a comunidade é responsável.

Se é sentimento generalizado que o concelho não produz oportunidades de vida para os seus residentes, que não atrai pessoas; Se é sentimento generalizado que os recursos naturais e humanos do concelho não são aproveitados.
Que a voz dos seus habitantes não é escutada

Que os seus projectos e sonhos não são acalentados Águeda, conselho, por conceito, terra de homens livres, nascendo da vitalidade e iniciativa dos seus habitantes.

Vamos recordar esses tempos iniciais encontrando no exemplo dos que nos precederam coragem para construir o nosso próprio testemunho e marcarmos com as nossas acções o espaço e o tempo.

Afastamos o medo e a timidez

Vamos colocar os poderes locais ao serviço da realização dos projectos e sonhos dos que vivem neste concelho.

Todos nós temos responsabilidade na condução da vida política;

Todos podemos influenciar a vida da comunidade com as nossas escolhas.

Para uma comunidade escolher os seus representantes é da maior importância.


Escolher é pensar, reflectir, pesar os prós e os contras.

Escolher é ser livre para pensar

A vida política não pode ser deixada ao cuidado de tecnocratas perfeitamente familiarizados com um sem número de siglas que dominam o discurso politico.

Utilizemos primeiro o Bom Senso comum a todos

As nossas próprias forças, a nossa capacidade de raciocinar e analisar o que nos rodeia.
Os instrumentos governativos têm de se reflectir no quotidiano da comunidade e resolver os problemas pequenos ou grandes do quotidiano.

O Governo da cidade têm de ser do Povo, para o Povo, pelo Povo.

Não para se tornar linguagem longínqua de profissionais da política.

A comunidade necessita que se pense na sua vida e para resolver os seus problemas se criem processos e entidades.

Tais instituições têm uma única razão de ser . Resolver os problemas da comunidade.
Se não resolvem tais problemas de nada servem, não têm qualquer razão de existir, são corpos mortos.
Quando votamos estamos a participar num processo para resolução de um problema: Indicar as pessoas que serão os titulares do poder autárquico.Ou seja - tais pessoas serão o rosto das intituições Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Junta de Freguesia e Assembleia de Freguesia.

Serão investidas dos poderes enquanto representantes do Povo, para assim tomarem os destinos da comunidade.
Como vêm é muito importante apurar a forma como cada candidato pretende exercer esse poder e como vai utilizar a respectiva instituição autárquica na resolução dos problemas da comunidade.

Nós contamos consigo para o governo desta cidade e respectivo concelho.

Utilizaremos o poder de que formos empossados para o envolver na vida da comunidade.

Desde já lhe pedimos autorização para anunciar por escrito todas as nossas iniciativas.

Vai também tomar com antecedência conhecimento de todos os eventos que se realizarem.
Iremos para a rua todas as semanas e vai encontrar-nos, iremos pedir a sua opinião para a execução daquilo que nos propomos.

Queremos que fale connosco e nos conte o que o angustia

Diga-nos o que o faria Feliz!

Queremos todos envolvidos nos projectos que lançaremos de acordo com os seu âmbito de interesses.

Precisamos que todos estejam atentos
Gostamos de cidadãos participativos e nos digam onde é necessário arranjar uma estrada....

Queremos ser convosco um só

Que todos nos possamos expressar e realizar o nosso sonho


RENOVAR ÁGUEDA! FORÇA AGUEDENSES !

Alexandra Abrantes



Não a esta política!


esgostos a céu aberto

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segunda-feira, 29 de Junho de 2009

da Arte


Fonte de Águeda, foto de E. Santos

"Quem não sabe Arte não a estima"

Luís Vaz de Camões

domingo, 28 de Junho de 2009

passeio danificado

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poluição do Rio Águeda

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descuidos que ninguém cuida

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prédios velhos

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prédios degradados

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lixo

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sábado, 27 de Junho de 2009

A NOSSA ECONOMIA

As pequenas e médias empresas, a classe média, os trabalhadores por contra de outrem e por conta própria, são afectados pela falta de crédito e pela falta de liquidez.

Longe de se empenhar na solução deste problema, o mais urgente da nossa economia, a autarquia anuncia gastos que não são prioritários, como se tem vindo a provar até este momento.

Amigas e Amigos isso não é mais que um erro acumulado sobre outro, um castigo imerecido para toda a comunidade de Águeda.

Nós, queremos aqui, assumir o compromisso com as pequenas e médias empresas, os trabalhadores e as famílias, que lutaremos para que se não submeta a mais uma injustiça social a Comunidade de Águeda.

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

INDIGÊNCIA EM ÁGUEDA ...que alguns insistem não ver.

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Para a Salvação da Justiça


"Ora a democracia cometeu, a meu ver, o erro de se inclinar algum tanto para Maquiavel, de ter apenas pluralizado os príncipes e ter constituído em cada um dos cidadãos um aspirante a opressor dos que ao mesmo tempo declarava seus iguais. Ser esmagada pelos condottieri que dispõem das lanças mercenárias ou pela coalizão dos que manejam o boletim de voto é para a consciência o mesmo choque violento e o mesmo intolerável abuso; um tirano das ilhas vale os trinta de Atenas e os milhares de espartanos. Pode ser esta a origem de muita reacção que parece incompreensível; há almas que se entregaram a outros campos porque se sentiam feridas pela prepotência de indivíduos que defendiam atitudes morais só fundadas na utilidade social, na combinação política. E de facto, o que se tem realizado é, quase sempre, um arremedo de democracia sem verdadeira liberdade e sem verdadeira igualdade, exactamente porque se tomou como base do sistema uma relação do homem com o homem e não uma relação do homem com o espírito de Deus. Por outras palavras: para que a democracia se salve e regenere é urgente que se busque assentá-la em fundamentos metafísicos e se procure a origem do poder não nos caprichos e disposições individuais, mas nalguma coisa que os supere e os explique, aprovando-os ou reprovando-os. O indivíduo passaria a ser não a fonte mas o canal necessário ao transporte das águas; nenhuma autoridade sem ele, nenhuma autoridade dele. Seria assim possível sacudir de vez as morais biológicas que nos têm proposto e, construindo um decálogo sobre os princípios divinos, ligar-lhe indissoluvelmente a política com uma simples xtensão ou como outro aspecto de uma idêntica
actividade. Não vejo outro alicerce senão o entendimento, o que, fazendo do animal a pessoa, ao mesmo tempo se coloca acima do indivíduo e se impõe como norma universal; e as maiorias, assim, só viriam a obrigar quando as suas resoluções coincidissem com a razão e com os fins últimos que a Humanidade se propõe atingir.

Agostinho da Silva, in 'Diário de Alcestes'

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

De quem será a culpa?

Se compararmos a freguesia de Macinhata do
Vouga com a de Valongo do Vouga, ambas do Concelho de Águeda, verificaremos que Macinhata está muito aquém.

Valongo tem um grande polidesportivo , Macinhata rigiorosamente nada.

De quem será a culpa??

sábado, 20 de Junho de 2009

cais das laranjeiras

Cais das Laranjeiras
espaço urbano - deserto

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Lugar do Béco sem transportes


Entretanto, no lugar do Béco, freguesia de Macinhata do Vouga, Concelho de Águeda, só
existem dois horários de camionetas para transportar estudantes.
Uma de manhã cedo e outra
à noite. Durante as férias escolares, soubemos que nem passa.

Quem quiser transporte para ir para o trabalho, não tem transportes públicos.
Quanto a comboios só passam em Macinhata do Vouga e os horários
não são de todo compatíveis com os horários laborais.

Valongo do Vouga, Vila!

A Assembleia da República aprovou hoje por unanimidade a elevação de 22 povoações a vilas e a criação de cinco cidades.

leia a notícia integral no blog de Valongo do Vouga



quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Notícias na Imprensa


A advogada Alexandra Abrantes é o rosto da primeira candidatura independente à presidência da Câmara Municipal de Águeda. «A política convencional anda a mentir ao povo, é uma política de absoluta mentira», disse a candidata, frisando, como exemplo, que «são anunciados investimentos, cuja rentabilidade e utilidade não se conhece».


ler o texto integral no Jornal A Soberania do Povo

segunda-feira, 1 de Junho de 2009

A Politica

foto: E. Santos

A acção politica nasce da observação dos factos e da avaliação da forma como eles são e da produção dos juízos de como deveriam ser.

Em tal exercício identificam-se situações de facto que no nosso entender deveriam ser diferentes.

imagens que falam # 1

Foto de E. Santos

As margens dos rios são o cartão de visita de todas as cidades, atracção turística,
fonte de lazer, geradora de bem-estar.

Em Agueda, as margens são o espelho dos seus governantes.

A foto fala.