quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
sábado, 3 de Outubro de 2009
AMANHÃ, DEBATE NA RÁDIO SOBERANIA
SINTONIZE A RÁDIO SOBERANIA 99.3 FM
O PODER É UMA GAMELA. SÓ ALGUNS A COMER DELA

Os Partidos que comem da «gamela» do poder como o PS de Elisa Ferreira, candidata à Câmara do Porto preparam-se para extinguir oficialmente, por decreto, a militância que já não existe na prática.
Subsidiados «à comissão», os Partidos já têm o cabaz cheio, ultrapassado o limiar dos 50 mil votos que dão cesso à «gamela».Em vez de militantes contratam trabalhadores para colar cartazes, pendurar pendões e fazerem figuração nos comícios e outros espectáculos que, sendo gratuitos para os espectadores, ficam caríssimos aos contribuintes. Mas... haja dinheiro, o NOSSO dinheiro, para continuar com as campanhas de prestidigitaçã
E os pobres? Os que não chegaram ao número mágico de votos?
A esses apenas resta dar a mão-de-obra. Colar cartazes, pendurar pendões e levar a família para «encher» os «comícios» e outras acções de campanha.
É MESMO a única hipótese que nos resta. Se queremos manter alguma dignidade, impõe-se cerrar fileiras e dedicar a esta «aventura» que assumimos ao colocar no papel a nossa assinatura, todo o tempo que tivermos disponível e inventar mais algum.
É absolutamente imprescindível dar VISIBILIDADE ao Movimento Renovar
Águeda - CANDIDATURA INDEPENDENTE.
É importante denunciar o circuito fechado dos partidos que se eternizam no poder porque os pequenos grupos não chegam aos financiamentos por muito que se estiquem.
Sem meios não conseguem passar a mensagem e, assim, não passam da cepa torta.
Ponhamos nisto o nosso CORAÇÃO
Fernando Veiga
Imagem: Museu de Arte Popular
quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Novo Hospital em Águeda é da máxima urgência
ler notícia integral no Jornal da Nova Democracia
eram cerca das 18 horas
quando a nossa comitiva chegou à
estação de Águeda, o relógio estava parado
tal como já foi referido aqui.
segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
As formigas e o arruaceiro - Fábula Nocturna
Andavam duas formiguinhas na sua labuta, aproveitando a temperatura amena da noite, escolhendo criteriosamente cada lugar para fazer o seu trabalho.
A música da Festa do Leitão, ao longe, ia atenuando a dureza da tarefa. Aquí estão os "pacientes" da Segurança Social, além passa muita gente que vem do Norte, mais à frente é uma sede da concorrência, noutro sítio junta-se muito pessoal para apanhar a camioneta, no topo do jardim onde estão todos, quando olharem para a Manuela dão de caras com o NOSSO CORAÇÃO.
Trepava-se o escadote e iam-se colando os pendões.
De súbito surgem os insultos vindos de um Audi cinza porque andavamos a "pendurar aquela merda".
Será possível que dois penduradores de pendões do "modesto" PND perturbem aqueles senhores, provavelmente seguidores de um dos clubes instalados na Venda Nova? Devem ser democratas.
As formiguinhas riram do quase incidente e prosseguiram o seu trabalho. São assim as formigas deste grupo.
Espero, desejo que haja mais inveja que incomodemos mais. assim falam de nós.
Fernando Veiga
NOTA - um magnífico texto de um membro independente do Renovar Águeda
sábado, 12 de Setembro de 2009
Eleições
a realização das eleições legislativas decorrerá no dia 27 de Setembro.
As eleições autárquicas portuguesas de 2009 serão realizadas no dia 11 de Outubro. Nestas eleições serão eleitos 308 presidentes de câmaras municipais e eleitos 4257 presidentes de juntas de freguesia e as respectivas assembleias.
Nas eleições não se enoje da política, não se submeta ao desencanto, mas também não se iluda com o marketing que envolve os políticos, com a retórica, com as músicas fáceis e agradáveis.
Pelo contrário, tome uma atitude de cidadão pleno e avalie o seu país, avalie a sua cidade.
sábado, 5 de Setembro de 2009
as vendas diminuiram
- à mudança de hábitos alimentares que leva as pessoas a depreciar os legumes fovorecendo os fritos, os pré feitos, os restaurantes do "fast food".
-à mudança das tradicionais orientações nas famílias que davam importância e primazia à confecção de sopas e de saladas.
- a concorrência das grandes suprefícies.
- à diminuição do poder de aquisição entre a população fiel ao mercado.
o que encontrámos
preocupaçoes feirantes - 3
preocupações dos feirantes - 2
reivindicações dos feirantes do mercado - 1
Tiro da Pré Campanha
Renovar Águeda
na 2ª foto: Fernando Veiga, Paulo Catarino e Alexandra Abrantes
quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
os politcos que nós temos !!...
quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Renovar Águeda dialogando com os feirantes
(clicar nas fotos para ampliar)
terça-feira, 25 de Agosto de 2009
"Coração independente"
Heterogeneidade
Com o pretexto de assegurar todas as garantias de democraticidade, o regime democrático cria a si próprio obstáculos e limitações, sobrepondo o interesse de determinadas instituições à liberdade do cidadão.
É exemplo disso o tipo de exigência que se faz a um grupo de cidadãos que queira concorrer às eleições autárquicas sem vínculo partidário.
Num universo de poucas dezenas de milhar de eleitores è evidentemente difícil reunir o número de assinaturas exigido por lei para apresentar a sufrágio uma lista independente, ao contrário do que acontece com qualquer partido que, mesmo não tendo qualquer expressão local, apenas necessita de reunir a quantidade de assinaturas correspondente ao órgão autárquico a que concorre.
Para conseguir candidatar-se, a candidatura apoiada no Movimento Renovar Águeda viu-se na necessidade de aceitar o apoio de PND com o qual a maioria dos candidatos não tem qualquer vínculo.
Trata-se, portanto, de uma candidatura assumidamente independente que usa o coração como símbolo identificador, e a razão para valorizar o essencial em detrimento do acessório.
Um grupo heterogéneo de cidadãos que começa por se unir para ultrapassar as dificuldades postas pelo sistema «partidocrático» às candidaturas independentes.
Um grupo heterogéneo de cidadãos que «esquece» a ideologia ou eventuais simpatias partidárias para se unir em torno de interesses muito básicos, essenciais, transversais a toda a sociedade.
- A justiça cujos profissionais foram postos em causa pelo actual ministro, mas que não viu encarada a profunda revisão dos vários códigos
- A educação que exige uma normalização da relação das cúpulas com os seus profissionais. É urgente a reposição do prestígio e autoridade dos professores, aos quais deve ser exigido um trabalho profissional, sendo-lhes dadas, para isso, condições de trabalho e estabilidade
- A saúde que deve ser garantida a todos os cidadãos. Não vale encarar a saúde como um negócio no que respeita aos cuidados básicos.
- O aumento do emprego e o salário suficiente para todos, acabando, de uma vez, com o escandaloso aumento do leque salarial.
- A formação com efeitos reais no emprego, tendo em conta as necessidades do mercado de trabalho.
- Reformas que sejam efectivo meio d e subsistência e não mero instrumento para iludir as estatísticas sociais.
- Garantir assistência e apoio domiciliário a idosos e crianças que não o tenham da família.
- Serviços públicos que funcionem de uma maneira ágil, postos efectivamente ao serviço dos cidadãos.
- Segurança social que seja parte da solução e não mais um problema da sociedade. O seu papel nesta fase difícil da economia, com elevado desemprego, é ainda mais importante. Mas também para ajudar a ultrapassar a aguda crise de valores que se instalou em casa, no emprego e na escola.
- A criação de instrumentos de protecção aos pequenos empresários.
- A utilização dos dinheiros públicos de uma maneira escrupulosa. Toda a gente conhece casos de subsídios atribuídos a quem não precisa e negados a quem precisa.
- Não permitir candidaturas a autarcas condenados em primeira instância por crimes relacionados com má utilização de dinheiros públicos.
…
escrito por Fernando Veiga*
* Fernando Veiga é Informático reformado aguedense e é um ilustre membro da nossa lista
segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
candidatos às Eleições autárquicas
Candidaturas entregues no Tribunal de Águeda
rostos
terça-feira, 18 de Agosto de 2009
A nossa Economia
Se recuarmos no tempo, podemos ver que Portugal se destacou em grandes tendências no processo de desenvolvimento económico. Nos anos 60 e 70 a indústria da química, siderúrgica, de construção e reparação naval e de refinação de petróleo fizeram parte de uma grade aposta no nosso desenvolvimento económico. Mas, entretanto devido aos mercados Africanos, os sectores da indústria ligeira e mão-de-obra intensiva, tais como os têxteis, vestuário e calçado e agro-alimentares tiveram um grande crescimento que por sua vez em muito ajudaram Portugal perante uma competição no desenvolvimento económico perante o resto dos países.
A integração de Portugal na Europa em 1986 acontece numa altura em que quase todos os países da união procediam a uma reestruturação nos sectores da chamada “Industria pesada”. Mas infelizmente até hoje Portugal ainda não conseguiu completar essa mesma reestruturação, e isso em nada tem ajudado a nossa economia.
Desde desta altura que a economia Portuguesa em muito depende das indústrias tradicionais, que assumem grande parte das exportações. A indústria automóvel das maquinas e material eléctrico são as actividades com maior taxa de crescimento, um taxa de crescimento mesmo elevado, assentes num grande projecto que criou talvez pela primeira vez em Portugal um cluster muito complexo e assente em padrões elevados de qualidade e de produtividade.
O sector dos serviços, seguindo tendências internacionais, foi também o grande dinamizador da actividade económica, tendo experimentado um acréscimo de quase quatro pontos percentuais de 1986 a 1997.
Apesar das inquietações apontadas, Portugal conseguiu ultrapassar as reestruturações sectoriais já começadas com problemas de desemprego menos graves do que os experimentados nos países nossos concorrentes. Esta situação deve-se aos baixos salários cometidos, comparativamente aos salários médios pagos nos países da União Europeia, que têm desincentivado investimentos em capital físico, por vezes com reflexos negativos importantes, por exemplo, ao nível da qualidade e dos consumos específicos de energia. Ressalve-se, contudo que o movimento de reestruturações sectoriais não está terminado, continuar sectores em crise e risco de contributos significativos em termos de desemprego é muito importante.
Com a abertura da União Europeia (EU) aos países de Leste poderá criar um problema de competitividade perante a nossa economia, devido ao facto de entrarem no mesmo espaço comercial países com uma especialização da estrutura produtiva muito próxima da Portuguesa, além de que os salários são ainda mais baixos do que os praticados em Portugal. Mas a entra de estes países na UE também teve coisas positivas, como por exemplo, a exportação e investimento nacional, que não deve ser ignorado pelas empresas portuguesas numa tentativa de criar um forte crescimento de internacionalização
Tudo leva a querer, para a grande importância do período do próximo quadro comunitário de apoio para ultrapassar as debilidades mais marcantes da economia e sociedade portuguesas.
Alguns especialistas transmitem uma visão demasiada optimista sobre a possibilidade de uma alteração estrutural rápida da economia portuguesa
A Administração Pública dispõe ainda de alguns instrumentos que permitem a reorientação da economia tendo em conta os grandes objectivos definidos. Para além da política de infra-estruturas, de educação, de modernização da Administração Pública, existem meios financeiros que podem ser mobilizados para prosseguir políticas com impacto significativo ao nível da criação dum clima favorável às actividades económicas que importa incentivar, tendo em vista o seu contributo para a modernização do país e para o aumento do bem-estar colectivo.
Dado que num contexto de mercado único e de respeito pelas regras da concorrência o mercado e a iniciativa privada assumirão um papel decisivo, economistas acreditam, apesar disso existe ainda uma margem de intervenção não negligenciável para a iniciativa pública.
Obviamente que não se menosprezam alguns nichos de mercado promissores, quer em termos de geração de riqueza, quer em termos de criação de emprego. O ambiente, os serviços às empresas, os serviços de proximidade, são alguns exemplos. As políticas de emprego e de formação poderão nestes casos ter um papel muito importante.
Podemos concluir com toda esta analise sobre o passado e o nosso presente que a economia é a base sustentável para o crescimento de Portugal ou mesmo de qualquer país. A importância de uma forte economia tem reflexos imediatos na nossa sociedade. O facto de termos um bom modelo de competição perante outras potencias económicas permite a Portugal aumentar a sua riqueza interna e por sua vez permitir aos trabalhadores um nível de vida mais elevado, ou seja, permite que cada um de nós possa ter mais poder de comprar, tudo isto devido ao facto de termos base económicas que asseguram a sobrevivências das nossas empresas.
Perante um Sec. XXI em que todos os países tentam ter uma forte economia, Portugal não se pode deixar influenciar e tem que responder com inovação, só assim conseguimos sangrar perante gigantes da economia Europeia e mundial.
A presença do estado português junto destas empresas tem a máxima importância, pois entre governos torna-se por vezes mais fácil a entrada de empresas portuguesas em países que sozinhos era muito complicado entrarem.
Com uma boa e forte economia conseguimos baixar o numero de desemprego, conseguimos aumentar o poder de compra dos portugueses, conseguimos aumentar o PIB nacional, conseguimos fazer com que Portugal marque presença por entre países com grade força mundial e isso é muito importante na hora da tomada de grandes decisões no campo da economia.
é Coordenador Distrital do PND/Aveiro e escreve também aqui
Consta
Afinal, em Águeda, a cultura é importante, tem peso,
e
em época de eleições o PS sabe quanto!
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Estação de Águeda
Para trás ficou a estação de Águeda, bela e caiada de branco, enganando o incauto passageiro.
Eram 18.30 horas e o relógio de parede, objecto obrigatório em qualquer estação que se preze, continuou impassível, parado há meses nas 2,00 horas, gritando ausências de presença humana.
As bilheteiras, encerradas e ninguém no cais para tirar uma dúvida sobre horários que não há, ninguém a vigiar a linha, nenhum sinal de partida ou de chegada. Nada. Alguma mente obtusa se esqueceu do relógio, do Tempo, das pessoas, perdeu o combóio!!
É pena que a estação de Águeda que embora de face lavada, esteja abandonada, e pressuponha que os seus passageiros sejam gado.
Julia Moura Lopes
Quem somos
1)Alexandra Isabel Ferreira Abrantes. ( Mandatária da lista)
2)Julia Esmeralda Henriques de Moura Lopes.
3)Manuel Fernandes de Sousa.
4)Maria Eugénia Martins de Lemos. (Tb mandatária financeira)
5)Maria da Conceição da Costa Tavares.
6)Fernando Manuel Barata Neves Veiga.
7)Paulo Jorge de Matos Fernandes Catarino
8)Clara Maria Henriques de Moura Lopes
9)Antonio Viera Pinto.
10)Marco Aurélio Teixeira de Sousa.
Lista entregue no Tribunal de Águeda
Juntos, faremos mais e melhor por Águeda!
sexta-feira, 31 de Julho de 2009
DEMOCRACIA
terça-feira, 28 de Julho de 2009
a nossa cidade é a nossa casa!
Uma coisa que também tenho reparado muito aqui em Águeda, e provavelmente não sou a única é nas casas abandonadas e velhas que poderiam ser perfeitamente remodeladas e arranjadas para serem habitadas, dando também outro aspecto a Águeda.
Estando a escrever tudo isto que realmente poderia ser mudado lembrei-me de algo que dá que pensar. O racismo e esquecimento pelas pessoas com deficiência motora entre outras tantas; um bom exemplo disso é as escadas da subida para o tribunal aqui em Águeda, onde uma pessoa que esteja numa cadeira de rodas jamais poderia subir tais escadas, sendo possivelmente e claramente construir-se ali uma rampa onde pessoas como estas poderiam subir.
Por último, mas não o menos importante, ajudar os animais. Aposto que já se perguntaram, como vamos ajudar? É bastante simples. Felizmente aqui em Águeda, e não só, há uma associação de animais, onde todos nós poderíamos contribuir com algo. Não digo muito mas algo, e por mais pequena que fosse já serviria para ajudar em alguma coisa. É tão fácil ajudar e não custa nada!
texto de Patrícia Sofia Monteiro da Graça, 17 Anos - estudante
Foto de Ernesto Santos
terça-feira, 21 de Julho de 2009
A nossa orientação política
Direita, centro, esquerda, anos após anos no poder, e o país como a comunidade de Águeda a aguardar pacientemente por uma resposta. Uma verdade que nos dignifique a todos.
"Oportunidades para Todos" é aí onde a autarquia pode fazer a diferença. Deve, tem obrigação e instrumentos para tal. À criação de "Oportunidades para todos" chamamos integração cívica e cultural. Interagir directamente com a comunidade, contar com os testemunhos e acção directa da mesma. Uma autarquia solidária, geradora de oportunidades de apoio em tempo útil, através da integração de toda a comunidade.
Motivar e desenvolver trabalho, cultura, saúde, habitação, aproximando-se assim da realidade dos cidadãos.
domingo, 19 de Julho de 2009
respostas legais
A Câmara Municipal pode propor à Assembleia municipal a criação de uma polícia municipal - Artº 10 do Dect. Lei nºLei n.º 140/99, de 28 de Agosto
Os órgãos municipais podem determinar as respectivas competências e a área do território do município em que as exercem.
As polícias municipais (PM) são serviços vocacionados para o exercício de funções de polícia administrativa no espaço territorial do respectivo município. Cabe-lhes fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares municipais ou de âmbito nacional que devam ser cumpridas pelos municípios e ainda a aplicação das decisões das autoridades municipais. As polícias municipais cooperam na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais, em articulação com outras forças de segurança.
Muitos Municípios implementaram já esta solução que protege as populações e os seus haveres com orçamentos bem mais baixos que muitas obras de cimento.
Alexandra Abrantes
A insegurança é uma realidade
Perante o clima de insegurança que se vive na cidade qual é a resposta do poder local? A Câmara Municipal pode propor à Assembleia municipal a criação de uma polícia municipal - Artº 10 do Dect. Lei nºLei n.º 140/99, de 28 de Agosto Os órgãos municipais podem determinar as respectivas competências e a área do território do município em que as exercem. As polícias municipais (PM) são serviços vocacionados para o exercício de funções de polícia administrativa no espaço territorial do respectivo município. Cabe-lhes fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares municipais ou de âmbito nacional que devam ser cumpridas pelos municípios e ainda a aplicação das decisões das autoridades municipais. As polícias municipais cooperam na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais, em articulação com outras forças de segurança. Muitos Municípios implementaram já esta solução que protege as populações e os seus haveres com orçamentos bem mais baixos que muitas obras de cimento."
sábado, 18 de Julho de 2009
Párocos dinamizam petição
A Gestão da Água

Ora água é vida. A vida não tem preço. A vida não pode ter condição. O bem água pela sua condição de pressuposto de existência de vida biológica e social, imprime às relações humanas que sobre tal bem se desenvolvam regras de carácter público. É necessário assegurar que todos tenham acesso à água. Que todos tenham acesso à água de qualidade.
Que tal recurso que é da comunidade possa ser controlado pela comunidade.
Opomo-nos assim à ideia de que o bem água e a sua distribuição possam ser objecto de relações de direito privadas, utilizando instituições e procedimentos cujo único objectivo é a realização de lucro. Sabemos que tal é o projecto dos actuais governantes: Tornar a Empresa Aguas de Portugal numa empresa atractiva. Afinal sempre existe petróleo no beato? Querem convidar os Xeiques da Arábia a investir em Portugal? A comprar a nossa Água em acções? Virão também os Camelos? Bom..talvez lhe pareça que não é necessário .
Assim sendo toda e qualquer relação que sobre tal bem se estabelecer tem antes de mais que respeitar as regras impostas pela comunidade
sexta-feira, 17 de Julho de 2009
Alexandra Abrantes concorre pelo PND
terça-feira, 14 de Julho de 2009
objectivos do poder local
As autarquias locais, nomeadamente as Câmaras Municipais são a concretização do princípio de organização democrática do Estado. Ora a "prossecução de interesses próprios das populações","governo para o povo" princípio legitimamente do governo democrático, é o objectivo e razão para a existência destas instituições.
Assim sendo, as noticias a que assistimos a semana passada, representam antes de mais o desrespeito dos mais elementares princípios democráticos e o total desrespeito para com o direito constitucional instituído. .
Alexandra Abrantes
segunda-feira, 13 de Julho de 2009
dúvdas sem resposta também em Águeda!!
suspeitas ou indícios?
Fonte: JN
Caso CTT
leia a noticia integral aqui
segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Histórias dos habitantes do nosso Concelho

Hoje dependem dos amigos e do táxi, que o carro traz muitas responsabilidades.
Foto: O Mercado
site da Câmara Municipal de Águeda
Onde treinam os Campeões de canoagem de Águeda?
de Águeda que se fizeram nas águas do rio Águeda,
agora treinam em Ois da Ribeira.
sábado, 4 de Julho de 2009
As primeiras reacções
quinta-feira, 2 de Julho de 2009
companheiras de luta
quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Noticias
terça-feira, 30 de Junho de 2009
QUEM SOMOS E O QUE QUEREMOS
Queremos consciencializar as pessoas que a terra onde vivem é resultado das suas acções e das suas omissões. Toda a comunidade é responsável.
Os instrumentos governativos têm de se reflectir no quotidiano da comunidade e resolver os problemas pequenos ou grandes do quotidiano.
O Governo da cidade têm de ser do Povo, para o Povo, pelo Povo.
Não para se tornar linguagem longínqua de profissionais da política.
Se não resolvem tais problemas de nada servem, não têm qualquer razão de existir, são corpos mortos.
Quando votamos estamos a participar num processo para resolução de um problema: Indicar as pessoas que serão os titulares do poder autárquico.Ou seja - tais pessoas serão o rosto das intituições Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Junta de Freguesia e Assembleia de Freguesia.
Como vêm é muito importante apurar a forma como cada candidato pretende exercer esse poder e como vai utilizar a respectiva instituição autárquica na resolução dos problemas da comunidade.
Iremos para a rua todas as semanas e vai encontrar-nos, iremos pedir a sua opinião para a execução daquilo que nos propomos.
Gostamos de cidadãos participativos e nos digam onde é necessário arranjar uma estrada....
RENOVAR ÁGUEDA! FORÇA AGUEDENSES !
Alexandra Abrantes
Não a esta política!
segunda-feira, 29 de Junho de 2009
domingo, 28 de Junho de 2009
sábado, 27 de Junho de 2009
A NOSSA ECONOMIA
Longe de se empenhar na solução deste problema, o mais urgente da nossa economia, a autarquia anuncia gastos que não são prioritários, como se tem vindo a provar até este momento.
Amigas e Amigos isso não é mais que um erro acumulado sobre outro, um castigo imerecido para toda a comunidade de Águeda.
Nós, queremos aqui, assumir o compromisso com as pequenas e médias empresas, os trabalhadores e as famílias, que lutaremos para que se não submeta a mais uma injustiça social a Comunidade de Águeda.
quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Para a Salvação da Justiça

segunda-feira, 22 de Junho de 2009
De quem será a culpa?
Valongo tem um grande polidesportivo , Macinhata rigiorosamente nada.
De quem será a culpa??
sábado, 20 de Junho de 2009
cais das laranjeiras
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Lugar do Béco sem transportes

Entretanto, no lugar do Béco, freguesia de Macinhata do Vouga, Concelho de Águeda, só
Uma de manhã cedo e outra
Quem quiser transporte para ir para o trabalho, não tem transportes públicos.
Valongo do Vouga, Vila!
quarta-feira, 3 de Junho de 2009
Notícias na Imprensa
ler o texto integral no Jornal A Soberania do Povo
segunda-feira, 1 de Junho de 2009
A Politica
foto: E. Santos
A acção politica nasce da observação dos factos e da avaliação da forma como eles são e da produção dos juízos de como deveriam ser.
Em tal exercício identificam-se situações de facto que no nosso entender deveriam ser diferentes.
imagens que falam # 1
As margens dos rios são o cartão de visita de todas as cidades, atracção turística,
fonte de lazer, geradora de bem-estar.
Em Agueda, as margens são o espelho dos seus governantes.
A foto fala.

















